Início » Estimulação Medular: Como Funciona e Indicações
*Consulta Particular
Entenda o Distúrbio
Indicações Clínicas
A temida "Síndrome de Falha Cirúrgica da Coluna" (FBSS). Indicada para pacientes com dor crônica severa nas costas ou pernas que persiste, ou até piora, após cirurgias ortopédicas/hérnias.
Dor neuropática aguda, em "choque" ou queimação irradiada para as pernas ao longo do nervo ciático, e que já não responde mais a medicamentos fortes, fisioterapia ou bloqueios anestésicos locais.
Excelente tratamento para SDRC (tipos I e II), uma disfunção brutal do sistema nervoso caracterizada por dor extrema, inchaço e alterações na pele, geralmente em um braço ou perna após um trauma.
Atinge pacientes com dores fortes em membros inferiores causadas por danos irrecuperáveis nos nervos periféricos (exemplo clássico: a dolorosa e limitante polineuropatia diabética grave).
Casos onde uma dor crônica, persistente e em formato de queimação permanece na região do tórax ou abdômen muito tempo após as feridas do vírus Herpes Zoster terem desaparecido.
Em casos hiper selecionados e avaliados em equipe médica, a estimulação dilata vasos, melhora o fluxo sanguíneo e alivia dores no peito (angina) ou em membros causadas por severa falta de circulação.
A Jornada do Paciente
Por que nos escolher
Neurocirurgiã funcional com Fellowship em Neurocirurgia Funcional pela USP e pós-graduação em intervenção em dor, a Dra. Natally Santiago é membro titular da Sociedade Brasileira de Neurocirurgia (SBN).
Ela combina conhecimento técnico de alto nível com uma abordagem humanizada e centrada no paciente — entendendo que cada caso de enxaqueca é único e merece um plano terapêutico personalizado.
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Dúvidas frequentes
Absolutamente não. Em modelos de aparelhos tradicionais, você pode sentir um leve e agradável formigamento (chamado parestesia) que “mascara” e substitui a dor intensa que você sentia. Porém, nas tecnologias mais modernas (como estimulação de alta frequência HF10 ou sistema Burst) amplamente usadas hoje, o bloqueio elétrico da dor ocorre de forma 100% imperceptível. Você não sente a dor, e não sente o aparelho funcionando.
Existem duas categorias de aparelhos. Alguns são de bateria “primária” (não recarregáveis) que duram de 3 a 7 anos dependendo de quanto você usa por dia. E existem os modelos “recarregáveis”, em que o paciente aproxima um cinto carregador sem fio pela pele a cada alguns dias, e que possuem vida útil de 10 anos ou mais. Quando qualquer bateria finalmente acaba, os fios e eletrodos da sua coluna permanecem intactos; é feito apenas um procedimento simples e rápido (frequentemente com anestesia local) para trocar a bateria sob a pele do glúteo/costas.
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