Início » Dor Pós-Cirúrgica Crônica: Quando a Dor Não Passa
*Consulta Particular
Entenda a condição
Reconheça os sinais
Dor contínua no exato local da incisão cirúrgica ou na área irradiada correspondente, que persiste semanas ou meses após a plena cicatrização da pele.
Presença comum de sensações como queimação, ardor, "choques elétricos", formigamentos intensos ou uma dormência profunda na região afetada.
Hipersensibilidade tão severa ao toque na cicatriz ou região adjacente que o simples roçar de um tecido, da roupa ou do lençol torna-se insuportável.
A dor frequentemente se exacerba com fatores externos como exposição ao frio, esforço físico prolongado ou sob alto estresse emocional.
Frustração causada pela ausência de achados anormais nos novos exames (raio-x, RM) que justifiquem a manutenção da dor ou uma nova cirurgia.
O paciente geralmente relata ter sofrido com uma dor extraordinariamente intensa e muito difícil de ser controlada logo nos primeiros dias após a cirurgia.
Diagnóstico e Avaliação
Por que nos escolher
Neurocirurgiã funcional com Fellowship em Neurocirurgia Funcional pela USP e pós-graduação em intervenção em dor, a Dra. Natally Santiago é membro titular da Sociedade Brasileira de Neurocirurgia (SBN).
Ela combina conhecimento técnico de alto nível com uma abordagem humanizada e centrada no paciente — entendendo que cada caso de enxaqueca é único e merece um plano terapêutico personalizado.
*Consulta Particular
Dúvidas frequentes
Não. A dor aguda da incisão e manipulação de tecidos deve diminuir progressivamente conforme o local cicatriza, geralmente nas primeiras 2 a 6 semanas. A persistência de dor profunda, queimação, choque ou sensibilidade extrema na pele além de 3 meses sinaliza a cronificação por lesão ou forte sensibilização de terminações nervosas.
É o termo médico internacional utilizado para descrever a persistência, piora ou surgimento de nova dor nas costas ou irradiada para as pernas após uma ou mais cirurgias na coluna vertebral — mesmo quando as radiografias mostram que pinos e descompressões estão mecanicamente “perfeitos”. Essa condição refratária possui tratamentos específicos de altíssima eficácia hoje, como a estimulação da medula espinhal (Neuromodulação).
Atendimento Dra. Natally
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